Lampião na Bahia

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Roteiro: Gustavo Menezes

Arte: Santunes

Editor: Gustavo Fontele Dourado

A história da HQ abre abre em Salvador, no dia 6 de fevereiro de 1969. O romancista Jorge Amado dá um depoimento à imprensa diante do Instituto Médico Legal Nina Rodrigues. Ele faz referência às cabeças de sete cangaceiros - entre os quais Lampião e Maria Bonita - que estavam expostas no Instituto e que, naquele dia, eram finalmente restituídas aos familiares dos bandoleiros para ser devidamente sepultadas. Um cordelista/cantador de feira diante do Instituto resume tudo e alude em versos à primeira vez que o bando esteve na Bahia. Há um salto temporal para 13 de junho de 1927. Lampião lidera seu grupo, composto de mais de 70 homens, numa invasão a Mossoró, no Rio Grande do Norte. Surpreendidos pela resistência da população local, os cangaceiros se dispersam e batem em retirada. Pouco mais de um ano depois, Lampião vem dar na Bahia, acompanhado de apenas quatro “cabras”. A travessia do estado dura  e há foco em diversos episódios documentados por jornais e historiadores. Entre eles, o principal é o encontro de Lampião com uma certa Maria Gomes de Oliveira, vulgo Maria de Déa, que dali em diante abandona o marido Zé de Neném, e parte com o cangaceiro, rebatizada de Maria Bonita. Além do relacionamento do casal e dos vários combates travados pelos cangaceiros no percurso do estado, haverá foco no contexto cultural, político e social da época.

Dimensões: 24,9 de altura e 17,5 de largura

Patrocinado pela Lei Paulo Gustavo (Bahia)

 

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